Radiocirurgia ou Radioterapia Fracionada para Tumores Cerebrais?

Postado em: 16/09/2025

Receber o diagnóstico de um tumor cerebral é uma experiência desafiadora. Além do impacto emocional, surgem dúvidas técnicas que afetam diretamente seu tratamento e recuperação. Uma das decisões mais importantes nessa fase é escolher a modalidade ideal de radioterapia: Radiocirurgia ou Radioterapia Fracionada

Radiocirurgia ou radioterapia fracionada para tumores cerebrais

Se você está vivendo esse momento, saiba que não precisa decidir sozinho. Em Belo Horizonte, você pode contar com o cuidado preciso, acolhedor e baseado em evidências científicas da Dra. Maria Thereza Mansur Starling, radio-oncologista com formação nos principais centros do Brasil e também com estudos internacionais. 

Neste conteúdo, você vai conferir um panorama geral de quando cada técnica costuma ser indicada, como elas funcionam e o que esperar do tratamento.

Qual a diferença entre radiocirurgia e radioterapia fracionada?

A principal diferença está na quantidade de sessões e na forma como a radiação é distribuída. 

A radiocirurgia é uma técnica altamente precisa, indicada para tratar tumores pequenos ou lesões bem localizadas, geralmente em uma única sessão ou em até cinco sessões, com altas doses por aplicação. 

Apesar do nome, não há incisões ou cortes — é um procedimento totalmente não invasivo. 

Já a radioterapia fracionada é realizada em múltiplas sessões. 

Na radioterapia estereotática fracionada, o tratamento é realizado em 2 a 5 frações, com doses consideradas ablativas (ou altas), o que usualmente envolve ≥5 Gy/fração. Na radioterapia fracionada, o tratamento é realizado também em múltiplas sessões, mas com doses  menores em um tempo maior, que pode chegar de 2 a 6 semanas. 

A dose é dividida em frações diárias menores, o que permite tratar tumores maiores ou localizados em áreas próximas a estruturas críticas do cérebro. 

A definição do fracionamento depende de diversos fatores, entre eles o tipo de tumor, localização e performance do paciente. 

Radiocirurgia ou radioterapia fracionada: quando cada técnica é mais indicada?

De acordo com diretrizes clínicas internacionais, a radiocirurgia é indicada em tumores cerebrais pequenos (geralmente com menos de 3 cm), bem delimitados e afastados de estruturas vitais. Ela é muito usada em metástases únicas, meningiomas pequenos, schwannomas e, em alguns casos, gliomas de baixo grau. 

A radioterapia fracionada, por outro lado, é indicada em tumores maiores, infiltrativos ou localizados em regiões que não toleram doses elevadas de radiação de uma só vez. Ela também é preferida quando o paciente apresenta edema cerebral importante ou quando já recebeu radioterapia anteriormente.

Aqui em Belo Horizonte, o acesso à tecnologia avançada permite que cada paciente receba a indicação mais apropriada, considerando o tipo de tumor, sua localização e o estado geral de saúde. 

A Dra. Maria Thereza Mansur Starling, presta atendimento no Hospital Madre Teresa, no bairro Gutierrez, combina conhecimento técnico aprofundado e cuidado humano para planejar cada tratamento com individualidade, utilizando protocolos atualizados das maiores instituições oncológicas do mundo.

Como funciona o tratamento na prática?

Antes de começar, você realiza uma tomografia de simulação que é fundida com outros métodos de imagem para maior precisão no delineamento, como a ressonância magnética. Esses exames são integrados ao software de planejamento, que permite mapear com precisão o volume do tumor e as estruturas saudáveis ao redor. 

Tanto na radiocirurgia quanto na radioterapia fracionada, o tratamento é ambulatorial e indolor. Os pacientes, durante a entrega de dose, usam uma máscara termoplástica feita no dia da tomografia de simulação, que garante menor mobilidade da cabeça para a entrega de dose mais precisa. A máscara possui furos, permitindo conforto e respiração normal durante o tratamento. 

Durante o tratamento, você poderá notar alguns efeitos colaterais leves e temporários, como fadiga, dor de cabeça, sensação de pressão local ou discreta queda de cabelo no ponto irradiado. Esses sintomas são manejados com apoio de uma equipe multidisciplinar que acompanha sua evolução de perto. 

Em ambos os casos, o objetivo é o controle do tumor com o menor impacto possível na sua rotina e na sua qualidade de vida.

A importância de um cuidado personalizado e baseado em evidências

Escolher entre radiocirurgia e radioterapia fracionada não é uma decisão isolada. Ela depende de diversos fatores que envolvem seu diagnóstico, mas também sua história de vida, comorbidades e expectativas. 

Na prática clínica, combinamos dados de exames, revisões científicas atualizadas e experiência médica para propor o melhor caminho. 

A Dra. Maria Thereza se dedica a isso com atenção individualizada, aliando seu histórico como preceptora no Hospital Sírio-Libanês e integrante da equipe do ICESP-FMUSP à formação internacional na Western University, referência mundial em radioterapia de alta precisão.

Além disso, o atendimento no Hospital Madre Teresa oferece estrutura de excelência, com localização central na Av. Raja Gabáglia, fácil acesso e ambiente acolhedor. 

Esse cuidado com os detalhes faz toda a diferença em um momento que exige segurança técnica, mas também empatia e confiança.

Se você deseja entender melhor sobre a escolha entre radiocirurgia ou radioterapia fracionada, agende uma consulta com a Dra. Maria Thereza Mansur Starling, especialista em radio-oncologia. Estamos prontos para te acolher com excelência em todas as etapas do tratamento.

Dra. Maria Thereza Starling

Rádio-Oncologista

CRM SP-186315 | RQE 99118

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Dra. Maria Thereza Starling
CRM: 186315/SP
RQE: 99118 – Radioterapia


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