Radioterapia em Tumores de Pele Inoperáveis: Quando É a Melhor Escolha?

Postado em: 23/09/2025

A Radioterapia já é consolidada como estratégia segura e eficaz para o tratamento de tumores de pele inoperáveis, especialmente quando conduzida com precisão. 

Radioterapia em tumores de pele inoperáveis quando e a melhor escolha

Aqui em Belo Horizonte, no Hospital Madre Teresa, você encontra esse cuidado com a Dra. Maria Thereza Mansur Starling, radio-oncologista com sólida formação em instituições de excelência no Brasil e no exterior. 

Neste texto, você vai entender em quais situações a radioterapia é indicada, como ela funciona e o que esperar do tratamento!

Quando a cirurgia não é possível, a radioterapia pode assumir o protagonismo

A cirurgia costuma ser a primeira opção no tratamento dos tumores de pele. No entanto, nem todos os pacientes ou lesões se encaixam nesse cenário. 

Em alguns casos, a localização do tumor — como ao redor dos olhos, nariz ou orelhas — impede uma ressecção cirúrgica sem danos estéticos ou funcionais severos. Em outros, o estado clínico do paciente ou a recidiva de uma cirurgia anterior torna o procedimento inviável. 

Nessas situações, a radioterapia externa surge como alternativa terapêutica, permitindo tratar o tumor com doses precisas de radiação, sem necessidade de cortes ou anestesia.

Com base nas diretrizes do National Comprehensive Cancer Network (NCCN), a “Radioterapia” é indicada para tumores de pele inoperáveis de células escamosas ou basocelulares, especialmente quando há risco de comprometimento funcional, contraindicação cirúrgica ou em pacientes com idade avançada e comorbidades. 

Ela é também uma opção consolidada para tratar recidivas locais, visando o controle da doença e alívio de sintomas como dor, sangramento ou ulceração.

Como a radioterapia age sobre o tumor e o tecido ao redor?

A radioterapia atua danificando o DNA das células tumorais, impedindo sua multiplicação e levando, progressivamente, à redução ou eliminação do tumor. 

Embora também atinja células saudáveis ao redor, o planejamento moderno permite concentrar a radiação de forma muito precisa na área doente, reduzindo o impacto nos tecidos normais. 

Com isso, é possível preservar a função da pele e evitar complicações como deformidades ou cicatrizes extensas.

Na prática clínica, utilizamos técnicas tridimensionais e, quando indicado, modulação de intensidade (IMRT/VMAT), que proporcionam conformação exata ao volume tumoral. Esse processo é especialmente importante para tumores localizados em regiões sensíveis do rosto.

O que esperar do tratamento e da recuperação?

A radioterapia é aplicada em sessões diárias, geralmente de segunda a sexta-feira, com duração de poucos minutos cada. O número total de sessões varia conforme o tipo e o tamanho do tumor, podendo durar de duas a seis semanas. 

O procedimento é ambulatorial, sem necessidade de internação, e permite que o paciente mantenha suas atividades habituais, com algumas adaptações.

Durante o tratamento, é comum que a pele apresente vermelhidão, ressecamento ou leve descamação no local irradiado. 

Esses efeitos são temporários e, em geral, bem controlados com cuidados simples, como uso de cremes hidratantes e proteção solar. 

A recuperação completa da pele pode levar algumas semanas, e os resultados clínicos da radioterapia, como redução do tumor e cicatrização, continuam evoluindo mesmo após o fim das sessões.

Aqui no bairro Gutierrez, em Belo Horizonte, o Hospital Madre Teresa oferece toda a estrutura para que esse processo ocorra com segurança e conforto. 

A Dra. Maria Thereza Mansur Starling, com experiência nos serviços de radioterapia do ICESP-HCFMUSP e do Hospital Sírio-Libanês, realiza um planejamento individualizado e acompanha pessoalmente cada etapa do tratamento.

Radioterapia com empatia, ciência e precisão.

Tratar um tumor de pele inoperável exige mais do que tecnologia. É preciso sensibilidade para entender os limites e expectativas do paciente, conhecimento técnico para aplicar as melhores práticas e acompanhamento próximo para ajustar o tratamento sempre que necessário. É esse compromisso que guia a atuação da Dra. Maria Thereza, que também possui formação internacional em braquiterapia e traz o olhar da medicina baseada em evidência para cada plano terapêutico.

Dra. Maria Thereza Starling

Rádio-Oncologista

CRM SP-186315 | RQE 99118

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Dra. Maria Thereza Starling
CRM: 186315/SP
RQE: 99118 – Radioterapia


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